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À Sétima é de Vez

Musings of a scientist wannabe, ou um blog pessoal que às vezes fala um bocadinho da vida de cientista.

À Sétima é de Vez

Musings of a scientist wannabe, ou um blog pessoal que às vezes fala um bocadinho da vida de cientista.

1, 2, 3... teste

Como se sabe que autora deste blog está cheia de trabalho e compromissos profissionais até às orelhas? É quando decide fazer a migração do estaminé do Blogger para o Sapo, porque toda a gente sabe que a) "o que é nacional é bom" e b) todas as coisas inúteis e supérfluas são boas para procrastinar o tratamento de imagens e a finalização [começo] *cof cof* do poster para segunda-feira.

.eu ainda sou do tempo #1

Estava hoje a pensar na redundância dos blogs e das duas respectivas páginas de Facebook.
E pensei nos primórdios da bloga, quando nem Facebook havia. É que eu sou mesmo desse tempo. Passa-se este ano uma década das minhas primeiras incursões no mundo dos blogs. Corria o ano de 2005, era Agosto e eu estava de férias do primeiro ano da faculdade.

Na altura criei o perfil do Blogger para ser isso mesmo, blogger. Escrever umas coisas (umas profundas, outras parvas) e ver quem aparecia. Já aqui disse que essas primeiras incursões não vingaram e que o nome do Sétima Vez vem,  em parte, dessa inabilidade, falta de paciência e (qual pescadinha de rabo na boca) da falta de incentivo e de público.

Assisti, no recato do meu relativo anonimato, ao boom dos que são hoje os grandes blogs portugueses e ao desaparecimento de outros.

Naquele tempo os blogs eram do mais medonho que se possa imaginar. Os templates e o decor daquela altura estão para os templates de hoje quase como o Hi5 (blast from the past, gostaram?) está para o Facebook. Esqueçam lá templates clean e minimalistas. Um pouco à semelhança do Hi5, um blog de uma pessoa normal tinha um fundo assim a dar para o piroso,  com musiquinha (Evanescence de preferência) em vez de uma playlist do Spotify, glitter e em vez de um feed inspiracional do Instagram havia um qualquer álbum do Picasa ou do Photobucket a passar fotos das últimas férias de verão na praia com os amigos.

Se na altura podíamos escarrapachar o endereço do nosso blog na nossa página pessoal do Hi5, ou deixar o link do nosso perfil pessoal do mesmo na barra lateral do blog (e nos lixávamos que os amigos tomassem conhecimento do blog, tendo oportunidade de ir gozar connosco em anónimo) , hoje um blogger que se preze tem uma página de Facebook do blog. E partilha os posts do blog no Face. E fala com os leitores/seguidores/gostadores no mural da página.

É nisto que eu acho que se e perde um bocadinho a essência dos blogs. Gosto de um blogger que interage com os seus leitores,  que responde na caixa de comentários,  que não remete para a página de Facebook. Gosto da interacção à antiga, em que posso ir conhecer outros sítios virtuais carregando no perfil dos comentários.

Nem tudo é  mau. O Blogger modernizou-se e as pessoas modernizaram as abordagens e acompanharam as novas ferramentas que têm à disposição para serem vistas. Escrevi-vos este post numa fila de trânsito interminável em para arranca na A5 (um dia destes falo da minha road rage, um dia), a partir da aplicação do Blogger para Android, enquanto estava com alguma inspiração. Se tivesse esperado por chegar a casa estas ideias não teriam, provavelmente, visto a luz do dia.
É um admirável mundo novo, mas tenho algumas saudades de quando isto ainda estava tudo no início e a bloga era uma aldeia. Havia menos chatices.

Bloglovin'

O meu muito amado Google Reader reformou-se, retirou-se, finou-se. Paz à sua alma cibernética.

Desde que o descobri, algures em 2009, acabou o ritual de ter de memorizar ou escrever no Google partes do endereço dos blogs que sigo, ou ter que ir com frequência fazer pesquisas na PubMed ou ter de ir às páginas dos Journals de interesse para saber quais os últimos artigos publicados. Fomos bons amigos durantes uns anos e nunca me deu dores de cabeça. Agora a Google achou que não era um produto de interesse (F%&# you Google!) e decidiu descontinuá-lo.

Desde que recebi a notícia que ando à procura de um substituto à altura, mas ou a interface não me agrada, ou não é simples ou... na verdade nenhum tem o ar do Reader ao qual eu já estava habituada. Comecei por usar o Feedly em simultâneo com o Google Reader durante uns tempos, mas a verdade é que não me consegui habituar, mesmo com a app para o Android.

Alguns dos blogs que sigo começaram a sugerir o Bloglovin', muito tempo antes do anúncio de fecho do Google Reader, mas como Velho do Restelo que sou, achei parvo usar um serviço redundante e não estava muito interessada no lado "rede social" - tem que se criar uma conta - que o Bloglovin' oferece (além de Velho do Restelo também sou bicho do mato e não gosto muito de pessoas... assim no geral).

No entanto, hoje, com o fim oficial do meu amado Google Reader e com medo que o Feedly não fosse suficiente, cedi à pressão e crirei uma conta no Bloglovin' e so far, so good. Por isso, às seis ou sete pessoas que seguem o Sétima Vez (eu disse que era bicho do mato), podem agora seguir-me aqui:

Follow my blog with Bloglovin

Take Maria and her cat to Bruges

Há já uns tempos que via uma barrita na diagonal de alguns estaminés da blogosfera que costumo frequentar. Fiel, como sou, ao meu mau feitiozinho, lá decidi ignorar a história dos cravas que queriam ir para Bruges, sabe-se lá porque carga d'água, recusando-me a andar atrás de modas. Até há pouco. Lá cedi e fui ver do que se tratava, afinal, a história de ir para Burges. Acabei a descobrir que a Maria é uma jovem que quer ir estudar para Bruges, mas que como não deve ter pais ricos nem deve ser cliente do BES, não tem fundo de maneio que a leve a ela e ao bichano para a Bélgica.

Por isso, ajudem a levar a Maria e o gato para Bruges. Participem. É uma iniciativa engraçada, e é bom ver que há gente que vira a vida do avesso para ir atrás de um sonho.

Take us to Bruges

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